Ficha Técnica
A receita desta cerveja foi desenvolvida por Mathilde Schneider em 1907 e é a weizendoppelbock mais antiga do mundo. Com os seus 8,2 % ABV, destaca-se pelos os aromas doces do malte. O lúpulo utilizado, como não poderia deixar de ser, é de Hallertau – Hallertauer Herkules – na Baviera. Tal como a maioria das cervejas de trigo da Schneider Weisse, a fermentação desta Weizen doppelbock é tradicionalmente feita em tanques abertos e a espuma resultante do processo é retirada manualmente. Refermenta em garrafa não é pasteurizada nem filtrada. Tem apenas 16 IBUs.
Uma doppelbock que é uma Ale!
A doppelbock é um clássico alemão Starkbier (“cerveja forte”). Uma doppelbock é uma lager (de baixa fermentação) produzida com uma grande quantidade de cevada maltada rica e geralmente escura. este estilo surgiu no final do século XVIII como uma variação da velha cerveja forte monástica. As Doppelbocks são geralmente muito ricas, com a marcante presença da doçura da malte, frutas escuras, chocolate e raramente são amargas.
O que a Schneider Weisse fez foi criar uma Weizen-Doppelbock de alta fermentação e acondicionada em garrafa – confuso? Considere as características leves e refrescantes de uma cerveja de trigo combinada com os sabores ricos e poderosos de uma doppelbock. É uma cerveja muito apelativa visualmente com a sua cor rubi-castanho e a espuma densa e persistente. É bastante intensa e complexa no olfato com um aroma picante, que remete para chocolate, banana e uvas passas. Na boca é suave, o sabor é completo, compacto e ainda assim refrescante, com um toque de caramelo. O final é redondo, com um leve e delicado amargo.
Harmoniza com carnes de caça e goulasch, queijos de sabores intensos como o roquefort ou gorgonzola e sobremesas doces.
Ficha Técnica
Notas de Prova
Cor: Rubi-castanho
Paladar e Aroma:
Aroma doce do malte.Corpo pleno.
Espuma:
Branca e persistente.
Copo sugerido:
Copo Schneider Weisse
Temperatura de Serviço: 6-8ºC
Sugestão de Harmonização:
Costelinhas no forno





